O que basta?

“Para viver não basta estar vivo” (Frangos com ameixas- Marjane Satrapi)

        Por mais que tentasse não havia nada para comparar, medir, descrever esse misticismo e instabilidade que é a vida. Em quatro letras que representam a totalidade do universo introspectivo e extrospectivos, e suas múltiplas dimensões. Ambos fundi numa única consistência de ser. A vida não estava desamparada, inerte ao vazio, e nem sozinha. Isso que nos definem    precisa de acompanhante, não importa  o tamanho, a intensidade,  a sua materialidade ou até mesmo imaterialidade. A união com esse outro objeto, esse elo que transformar a vida ser digna e bela de ser vivida.

        Ainda não inventaram uma linguagem para traduzir a vida, por isso o sentimento que fortifica e inebriam é que mais importa. Para viver basta sentir….Basta buscar o ar mais puro da felicidade momentânea, talvez nesse instante encontrar-se a sua completude. O que mais basta? A pergunta fica sentenciada, em que as respostas são surgidas conforme se vive.

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