Luz efervescente que se materializa no ar

     O realce foi finalmente atingido como uma luz que penetrou em dois pares de olhos. Aquela iluminação caiu no vento mais sincero e desapareceu na noite em motivações, que carregavam aquele presente para um passado recente tão nuclear, ali eles estavam e eram. Qualquer momento poderia explodir de tantas expressões. Essa fragilidade de se entregar eram tão forte que enraizava sentimentos.

     O seu sentir era impróprio as falsas especulações. Não viveria novamente um ideal que desprende, dolorosamente, da vida. Viveria, serenamente, no único impasse daquela luz que era configurada pelos mesmos olhos que re-acendiam a descoberta de se materializar no ar. Flutuaram juntos em uma realidade estática que no seu limite conseguia se mover no ritmo estridente de uma nova voz. A reciprocidade é mais que concordância. É quando um olhar não se cansa e necessita do outro. Não para completar sua visão, mas para reafirmar tudo aquilo que sempre existiu dentro de si.

     O nós faz mais sentido no momento, pois os risos fazem o seu percurso através do rio. Porque a efervescência é pífano cantando na alma. E o silêncio se transformou na devoção de dois sorrisos.

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