Os badalares nucleares

Ao olhar o coração em suas singelas sintonias e sinais, repara que há um ser navegante, que se esconde atrás do amor, e se revela em apenas alguns momentos da estação. Os âmagos são os centros do sentir propriamente estalado e pactuado. Aquele núcleo permitia que abstração do amor se tornasse concreto por meio da existência “respirante” confraternizada a dois.
O mesmo olhar, o mesmo sentir…
Atrair em si a revolução do sentimento. A proclamação do real. A reconquista da vida. A concretização de nós.
“No brilho de um instante, eu te vi. Você não me olhou apenas, você emergiu dentro de mim.”
O esconderijo “desecreto” enlaçou nos ritmos nucleares.

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