Viver dignamente – Livro “Poliana”, de Eleanor Porter

     O mundo deveria para de se lamentar e aprender como jovem Pollyanna, personagem fictício criado por Elanor H. Porter, transformar o sofrimento em uma sombra de alegria. Viver aproveitando mesmo que seja quase impossível os instantes da vida, pois apesar do presente ser reflexo do passado e miragem do futuro, tudo ocorre no “agora”.

     Depois da Miss Polly calcular rigidamente o tempo da menina Pollyanna, ela indignada exclama:

    “-Oh, tia Polly, a senhora não me deixou tempo nenhum para- para viver.

    -Para viver? Que quer dizer com isso? Como se não estivesse vivendo o tempo todo…

    -Oh, estou respirando o tempo todo, mas fazer isso não é estar vivendo, tia Polly. A senhora respira, todo o tempo que está dormindo e quem dorme não vive. Quero dizer lá fora, ler para mim mesma, subir ao morro, conversar com o senhor Tom e Nancy no jardim, e saber tudo a respeito das casas e das pessoas que moram nas lindas ruas por onde passei. Isso é o que eu chamo viver, tia Polly. Respirar só, não é viver.”(Pg. 40, Pollyanna)

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